quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Give Up The Ghost



Don’t haunt me
don’t haunt me…

Gather up the lost and sold
In your arms
In your arms

Gather up the pitifull
In your arms
In your arms

What seems impossible
In your arms
In your arms

I think I have had my fill
In your arms
In your arms

I’ve been told to give up the ghost
Into your arms
Into your arms

(Radiohead)



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domingo, fevereiro 20, 2011

O Homem que diz Adeus

terça-feira, fevereiro 15, 2011

Hands Up, I Love You

There's no use to complain
Or start it off again
There's no sign of weakness in me
Do I compel you like you compel me?
And nothing stays the same
And no one said it would
I would not think of such things if I could...
If I could help myself,
If I could

So put your warm little hands where I can see them
Put those hands on my face
Tell me you love me
And no one else
Or close those little hands
Now they're fists
Now they're little fists

Punch a hole in me with those fists
If you ever wanted to punch a hole in me
And find out what's in me
There's really nothing in me

And nothing stays the same
And nothing ever happens to you that will happen to you again
Or is this the way it was?
Was it this same room, this same fight, this same scene?
With us dancing on the kitchen floor
And the wind climbing in through the open window

I used to hear distant cracks out in the city night
I could swear some one was being shot down
Now we hear that all the time...

So do you like where we're headed?
Does it make sense in your eyes?
Do you miss me, baby, when I fall asleep?
Do you reach out for my arm?
Do you find it's too far away?
Do you?

Now tell me I'm handsome
I will tell you we are really not old at all
There's no use to complain

Still you and no one else

So put your warm little hands where I can see them
Put those hands on my face
Now if you get any out of this
Then that's the thing that makes me sleep all day
And I'll explain my love for you
On another day


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quinta-feira, fevereiro 10, 2011

O Homem do Saldanha

De sorriso na cara à noite
Na praça do Saldanha
À beira da estrada parado
Já ninguém o estranha
Toda a gente o conhece
Ele acena e agradece
E a cidade continua no seu rumo

De sorriso na cara à noite
Na praça do Saldanha
Apagando a solidão
Ao luar que o acompanha
É vê-lo chegar quando anoitece
Esperam os carros que atravesse
Com a mão no ar como quem diz
Olá, Lisboa

Seja bem-vindo, meu amigo, à nossa rua
Faz algum tempo que o não via por aqui
Nunca é demais, há sempre espaço
Venha de lá esse abraço
Folgo em vê-lo bem disposto
A dizer olá a quem passa
Com o prazer espelhado no rosto

Seja bem-vindo à nossa rua, meu amigo
Faz algum tempo não o via por aqui
Nunca é demais, há sempre espaço
Venha cá dar-me um abraço
Porque à noite Lisboa sorri

Não é adeus, é olá que diz
A quem por ali passa
De casaco castanho, o João
Dá um ar da sua graça
Torna a cidade mais risonha
Só é louco quem não sonha
Quem não percebe então não sabe
O que é ser só

Não é adeus, é olá que diz
A quem por ali passa
Com o olhar abraça Lisboa
Despede-se da praça
Já se faz tarde a sua hora
Apanha o táxi e vai-se embora
Chega por hoje, amanhã estará por cá

Seja bem-vindo, meu amigo, à nossa rua
Faz algum tempo não o via por aqui
Nunca é demais, há sempre espaço
Venha cá dar-me um abraço
Folgo em vê-lo bem disposto
A dizer olá a quem passa
Com o prazer espelhado no rosto

Seja bem-vindo à nossa rua, meu amigo
Faz algum tempo o não via por aqui
Nunca é demais, há sempre espaço
Venha de lá esse abraço
Porque à noite Lisboa sorri

(Marco Rodrigues com Carlos do Carmo)



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